sábado, 23 de abril de 2011

Amor? Onde ?! (ou "Faz-me rir")

Mereçam-se
Matem-se
Engulam-se
Enganem-se
Danem-se


Aproveitem até a ultima migalha
Dancem em cima do fio da navalha


"La femme:"
Desenvolveu catarata crônica devido o grande número de ilusões
"O machinho:"
Gostou de escraviza-la e achou fácil forjar paixões


Ele não possui nada de nenhuma forma, nem lhe ama
Ela fica calada, aos prantos se conforma e se engana
Ele esqueceu o que é coragem
Ela esqueceu o que é orgulho
Ele almeja a vida da vadiagem
Ela almeja não ser um entulho
...

Se isso é amor, me mate agora, por favor
Passar por isso não quero e até faço uma prece
Essas vidas medíocres me enojam e me entristecem
Caro inimigo, isso a ti não desejo;
Passar por isso nem você merece!


Alice F.


É... Mais uma alusão a vida real! =)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

E mesmo sem te ver, acho até que estou indo bem...

(...)
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
um pouquinho infeliz...


Giz - Legião Urbana
comp. Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá

terça-feira, 19 de abril de 2011

Observando

"Terraço do Café em Arles à noite" - Van Gogh, 1888.
Um poeta
Dá conselhos a outro poeta
Eles dizem ser bons amigos
Quando o álcool já os afeta...


E em três linhas
Escrevo tudo o que sinto
Mais que isso e eu minto!


Alice F.

domingo, 17 de abril de 2011

Primeiros versos para [conteúdo removido]

E se pudesse te descrever
Diria que é, no mínimo, diferente
Eu tento e consigo te esquecer
Mas umas cervejas te trazem a mente


Motivos para te ver eu procuro
mesmo sem coragem de dizer
Que te pago um chopp escuro
e as chatices te faço esquecer


Já tenho de você boas recordações
Não sei se disso já é hora
Perto de você controlo minhas ações
Mesmo te querendo agora


Se quiser, conta comigo
Nada poderá ser tão ruim
Quero que seja mais que meu amigo
Mas não te quero até o fim.

Alice F. (maio de 2010, no boteco do seu Dino (bar Stuart) )

sábado, 16 de abril de 2011

Folhetim - Chico Buarque

...E eu te farei as vontades
Direi meias verdades
Sempre à meia luz
E te farei, vaidoso, supor
Que é o maior e que me possui
Mas na manhã seguinte
Não conta até vinte
Te afasta de mim
Pois já não vales nada
És página virada
Descartada do meu folhetim.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Amanheceu,
O platonismo, de noite
Foi o que morreu
Alice F.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

"De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme. só olhando você, sem dizer nada só olhando e pensando: "Meu Deus, mas como você me dói de vez em quando..."

(Caio F. Abreu)
Neve em julho de 1975, em Curitiba.

domingo, 10 de abril de 2011

Aviso importante!

Ps.: Sério, tem gente que adora me plagiar, gente que a uns meses atrás era completamente tapada e gostava só de coisas populares, que não necessitam pesquisa nem estudo para se compreender. Tem gente imitando meus gostos, minhas musicas, minhas poesias, meus autores preferidos, as pessoas que eu amo e até o meu francês!! (pqp!). Não, eu não comprei os direitos autorais de ninguém, mas sinto que essa "gente" que está fazendo isso, está fazendo só para que eu perca a minha originalidade. Já vou avisando que se continuar imitando minhas ideias, eu mato sem dó! Sou macumbeira e farei uma macumba que vai deixar essa "gente" careca pro resto da vida e sem amigos!! rsrs. Brincadeiras a parte, isso é sério. Já que não tenho controle sobre o plágio, peço para que essa pessoa que está a me plagiar tenha no mínimo bom senso, não seja tão descarada e poupe algumas de minhas ideias, POOR FAVOOOR!!


Um recado (e um beijão!) de Alice F. para o povo desprovido de originalidade e talento!
Passem bem!

sábado, 9 de abril de 2011

Why is a raven like a writing-desk?

Pense numa viagem maluca. Pense em cores, formas e sons desconexos, pense em ver as coisas de uma maneira muito diferente... E ainda, vendo esse filme. Sério, nem em mil vidas eu conseguiria descrever tudo que senti, tudo que sinto; sempre é diferente, sempre! Não existe viagens melhores ou piores, apenas diferentes. Posso dizer que a experiência foi Louvável sem dúvida (mais uma vez, pra variar)


"Alice in wonderland"; a história que está presente em minha vida desde meu nascimento. (sim, antes mesmo de nascer as pessoas perguntavam sobre o país das maravilhas!). Quando eu era criança, assistia incessantemente o famoso desenho da Disney sem ver o fim, pois não admitia que toda aquela viagem não passasse de um sonho. Com o tempo fui lendo algumas traduções, me interessando por algumas gravações diferentes, de outros países ou  mais antigas.Conforme fui crescendo, a história foi ganhando outros diversos pontos de vista e um espaço muito maior dentro de mim e em tudo que eu fazia. 
Ainda faço aqueeeela tattoo viajada que eu pensei sobre Alice in wonderland!
(quem sabe um dia eu poste a ideia aqui, hoje não!)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Movimento Escrotista de Curitiba.

Eu não sou nada
Eu não sou ninguém
Eu sou um Fernando Pessoa qualquer!


(Conversas entre maloqueiros no Pátio da Reitoria)



domingo, 3 de abril de 2011

Um dia sem Byron.

Quem me dera um dia
Conseguir fazer poesia
Sem precisar da boêmia


Quem sabe até fosse
um dia mais doce
Que a calma me trouxe


Seria agradável a concentração
Estar estável na mente
E não instável estar no coração


Pois um fresco amor reprimido
pode não ser cínico
mesmo não sendo querido


Poderia querer a sanidade
Pra desenvolver bons planos
E não só a vil maldade


Ainda prefiro a senhora experiência
Pra sentir o melhor do prazer
Esquecendo que existe carência.

Alice F.

sábado, 2 de abril de 2011

Foto: Alice F.
"Não deixes a vela apagar; nem o mastro cair; nem a corda prender!
          Só deixes o vento que solta teus cabelos, espelhos dos meus, te soprar e soprar em mim
    Pra depois... Deslizar em ti, deslizar em  mim."


Dois Navegantes - Ave sangria (comp. do Almirante)

terça-feira, 29 de março de 2011


Coisas do Coração
Raul Seixas (comp. de Cláudio Roberto, Rauzito e Kika)


Quando o navio finalmente alcançar a terra
E o mastro da nossa bandeira se enterrar no chão
Eu vou poder pegar em sua mão
Falar de coisas que eu não disse ainda não


Coisas do coração... Coisas do coração!


Quando a gente se tornar rima perfeita
E assim virarmos de repente uma palavra só
Igual a um nó que nunca se desfaz
Famintos um do outro como canibais


Paixão e nada mais! Paixão e nada mais!


Somos a resposta exata do que a gente perguntou
Entregues num abraço que sufoca o próprio amor
Cada um de nós é o resultado da união
De duas mãos coladas numa mesma oração!


Coisas do coração... Coisas do coração!




Essa é a minha preferida do Raul, entre todas as que eu gosto. O diferencial dessa música para todas as outras que eu gosto é que da mesma forma e na mesma intensidade que eu odeio ela muito, eu gosto dela demais; e ninguém explica, são coisas do coração...

domingo, 27 de março de 2011

"(...) As pessoas banalizam, dizem que o mundo é pequeno e etc. Se de fato fosse, porque existiria uma distancia que pode ser medida por horas, até mesmo dias entre eu e pessoas que eu admiro, que gosto e que eu queria ter por perto em variados momentos ? "

Alice F.
(escrito em algum lugar de algum texto ou pesquisa minha, e que ilustra bem o que tem ocorrido ultimamente, e em homenagem maior aos últimos 8 meses de minha vida.)

quarta-feira, 23 de março de 2011

Idade não é documento!

Estava sentada, bem comportadinha no colo daquele senhor enquanto ele desfazia as tranças de seu cabelo e conversavam sobre alguns gostos incomuns, não entre eles, e sim dela com seus filhos. Ele achava tudo muito encantador.
Mas a Dorothy já era experiente de tanto caminhar pela mesma estrada, a Alice descobriu umas bolinhas para potencializar o chá das 6hrs, o Pinocchio já tinha subornado a fada azul e nem ligava mais para o tamanho do nariz, o Patinho feio descobriu que era sociopata e a Cinderella era uma puta ninfomaniaca que adorava fugir de vez enquando.
Depois das tranças, o nó de seu decote era o que havia a ser desfeito. A idade não vem ao caso, ela não se parecia em nada com seus filhos menores de idade.


Alice F.